Zac Efron
 
 
Menu Principal
   
 
   
Biografia
   
   
  Galeria de Fotos
Letras das Músicas
Letras Traduzidas
Entrevistas
Comunidade no Orkut
  Fale Conosco
Links
   
 
   
 
Elite
 
Lady gaga Eminem Kelly Clarkson Britney Spears Angelina Jolie Shakira
Fergie Rebelde e RBD RBD Anahi Giovanna Dulce Maria Maite Perroni
Kelly Clarkson Christopher Uckermann Christian Chavez High School Musical Ashley Tisdale Vanessa Hudgens
Corbin Bleu Lucas Gabreel Zac Efron Natalie Portman Beyonce Johnny Deep
Janet Jackson Avril Lavigne Kelly Rowland Babado Novo Ivete Sangalo Justin Timberlake
Vanessa da Mata Portal de Novelas do Brasil
 
Links Importantes
 
ùltimas noticias
 
 
 
 
Pesquisa Google:
 
 
Entrevista de Beyoncé à Revista Quem
 

Beyoncé Knowles tem 25 anos, fala baixinho, é simpática, ri bastante e, mesmo quando questionada sobre a rivalidade com Jennifer Hudson, não perde a esportiva.

Os críticos elogiaram sua performance, mas os maiores aplausos foram reservados para Jennifer Hudson, que rouba a cena e deve vencer o Oscar. Você ficou ofendida?
Beyoncé Knowles:
De maneira nenhuma. Já tenho nove Grammys. Sou uma grande celebridade. Não quis fazer o filme para me destacar ainda mais. A idéia de ser mais famosa do que sou é, na verdade, um pouco assustadora para mim. Fiz o filme para ganhar respeito como atriz.
E o que você achou da performance da Jennifer Hudson?
BK:
Em primeiro lugar, eu a vi no American Idol, quando ela estava competindo. E, como todo mundo, queria que ela tivesse vencido. Quando a encontrei pela primeira vez, ela estava muito nervosa. E eu também (risos). Ela tem esse lado excitante, pois é nova na profissão. E também tem um coração grande, é honesta e talentosa.
Descreva sua experiência como actriz.
BK:
Foi difícil, pois ser actriz é uma coisa que você precisa fazer com muita naturalidade. Não sabia que seria penoso assim até começar o filme. Ter que levantar cedo e chorar por duas horas não é brincadeira. Também sou uma pessoa feliz, que teve uma criação positiva. Encontrar aquele grau de tormenta e vulnerabilidade não é fácil. Mas estava disposta a fazer o que fosse necessário. Mergulhei fundo.
E pretende continuar a carreira de actriz?
BK:
Sim, com certeza.

Dreamgirls aborda também um dos grandes problemas sociais dos anos 50: o racismo, ainda existente mais de meio século depois. O que você acha disso?
BK:
Acho que crescemos tremendamente, e filmes como Dreamgirls ajudam as pessoas a entender o problema e destruir barreiras. Como parte da comunidade negra, sempre fui muito afortunada. Meus shows são lotados na Europa e no Japão, estou na capa de qualquer revista do mundo. As pessoas não me vêem pela minha raça. Elas apenas escutam minha música e a do Destiny's Child. E por causa de pessoas como Aretha Franklin e as integrantes do The Supremes, que lidaram contra o racismo, eu me senti real ao abordar esse tema no filme. O que elas sacrificaram para estarmos aqui hoje foi impressionante. Não posso reclamar. Só rezo para as coisas se tornarem melhores.
Você já sofreu algum tipo de racismo?
BK:
Claro. Todo mundo sofre. Mas o que você faz numa situação dessas? Tenta ser o mais positiva possível, e eu acredito que os tempos estão mudando.

fonte: Quem

 

 
 
Criar Site